Maracaju, Terenos e Naviraí representam a força da agricultura familiar de MS nas Olimpíadas

 

Depois de uma rigorosa seleção, três pequenos produtores rurais de Mato Grosso do Sul vão representar o Estado nas praças de alimentação “Brasil Saudável e Sustentável”, de 5 a 14 de agosto, no Rio de Janeiro, durante as Olimpíadas. Ao mesmo tempo em que incentiva o consumo, a campanha estimula a demanda desta produção, gerando renda e inclusão produtiva.

 

“A agricultura familiar é hoje responsável por cerca de 70% dos alimentos que abastecem a dispensa de nossos lares. Ter no evento, produtores sul-mato-grossenses que utilizam os serviços públicos de Ater [Assistência Técnica e Extensão Rural], da Agraer, é sinônimo de orgulho para o Estado e a chance de mostrar a importância e a força do campo a pessoas de diferentes continentes”, evidencia o diretor-presidente da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) , Enelvo Felini.

 

Montadas em quatro pontos diferentes da capital fluminense, Rio de Janeiro, as praças de alimentação “Brasil – saudável e sustentável” servirão de pontos de amostra e comercialização de produtos da agricultura familiar. Uma iniciativa do governo Federal por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). A ideia é que cada local tenha de dez a 12 cooperativas familiares.

 

 

Vestindo a camiseta de Mato Grosso do Sul estarão três agricultores familiares, das seguintes localidades: Colônia Negra Quilombola de São Miguel (Maracaju), na comercialização de pamonhas; Assentamento Juncal (Naviraí), com a produção de frango caipira e da agroindústria familiar “Apis Dourada” (Terenos), com a mostra de produtos a base de mel. Na cartela dessa última, o destaque fica para o molho de mel com pimenta e o “hidromel”, considerado a bebida alcoólica mais antiga da humanidade que se tem conhecimento até hoje.

 

 

“Receber a notícia de fazer parte do evento foi muito emocionante, porque a comunidade começa a ser vista não apenas pela produção de pamonha, mas considerada de uma forma geral. É o reconhecimento dos anos de trabalhos de todos nós e isso também motiva as pessoas da própria comunidade a se esforçarem mais nas atividades”, afirma Ada Mirian Cabral, moradora escolhida para representar a comunidade São Miguel, de Maracaju.

 

“As Olimpíadas traz esse espírito de união e aqui, em Maracaju, a repercussão foi similar, pois trouxe uma parceria entre a prefeitura, governo do Estado através da Agraer e a associação da comunidade quilombola. Tudo para que o nome do Mato Grosso do Sul possa ser levado ao evento”, explica a agrônoma da Agraer, Eneida.

 

 

(Fonte: Assessoria Agraer / Fotos: Dunga)

 

 

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