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Plano de governo de Azambuja prevê ampliação de investimentos na agricultura familiar


Reeleito governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) teve 677.310 votos, o que corresponde a 52,35% dos votos válidos. Em seu plano de governo, disponível no site de campanha, Azambuja apresenta propostas para diversas áreas, entre elas, o setor produtivo.


Dentro deste setor, está a agricultura familiar, que estimula a produção orgânica e sustentável, gera emprego e é responsável por cerca de 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros. Em todo o Estado, são 11 feiras de orgânicos que comercializam os produtos de milhares de pessoas que tiram seu sustento da agricultura familiar. Só na capital sul-mato-grossense são cerca de 1,2 mil pequenos agricultores.


Das 13 propostas para o setor produtivo do governador reeleito, duas estão relacionadas especificamente à agricultura familiar, são elas:


• Ampliar os investimentos para aumento da produção na agricultura familiar.


• Fomentar o desenvolvimento da produção agroecológica.


Governo Federal

Projetos importantes de incentivos à agricultura familiar, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), são provenientes de recursos federais.


No plano de governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), há uma referência ao “Desenvolvimento Rural Sustentável (Atuação por Programas)” nas propostas descritas para o setor da agricultura. No entanto, não há uma menção específica à agricultura familiar, nem detalhes sobre a atuação do próximo presidente do Brasil, que recebeu 56,2 milhões de votos, o que representa 55,5% dos votos válidos.


Confira abaixo:


Agricultura - uma Proposta de Mudanças


• O Estado deve facilitar que o agricultor e suas famílias sejam os gestores do espaço rural. Devemos identificar quais são as áreas em que realmente o Estado precisa estar presente, e a que nível. Em alguns casos pode ser por ações ou atividades especificas, em outros atuando como regulador, ou mesmo negociador. O primeiro passo é sair da situação atual onde instituições relacionadas ao setor estão espalhadas e loteadas em vários ministérios, reunindo-as em uma só pasta.


• A nova estrutura federal agropecuária teria as seguintes atribuições:

Política e Economia Agrícola (Inclui Comércio)

Recursos Naturais e Meio Ambiente Rural

Defesa Agropecuária e Segurança Alimentar

Pesca e Piscicultura

Desenvolvimento Rural Sustentável (Atuação por Programas)

Inovação Tecnológica


• Tais atribuições seriam exercidas dentro da nova forma de gestão, através de indicadores que permitam identificar e monitorar o andamento de cada programa.


Grandes Demandas


• Segurança no Campo;

• Solução para a questão agrária;

• Logística de transporte e armazenamento;

• Uma só porta para atender as demandas do Agro e do setor rural;

• Políticas especificas para consolidar e abrir novos mercados externos;

• Diversificação


Por: Assessoria de Comunicação Sinterpa

Foto: Agraer/MS


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