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Assentamento Itamarati começa a implantação da produção e processamento de plantas medicinais


O Assentamento Itamarati começa a implantação de um ambicioso projeto que promete reforçar a renda de até 60 famílias e pode servir de modelo para outras localidades: a produção e processamento de plantas medicinais.


O Projeto Gerando Vidas é coordenado pela freira Olga Manosso e foi desenvolvido com o apoio técnico do engenheiro agrônomo Rogério Guerino Franchini, da Agraer. “Fizemos estudo de mercado para definir as plantas medicinais mais utilizadas na mistura com a erva de tereré”, conta Rogério.


Na lista de plantas que em breve estarão sendo vendidas pela associação estão: espinheira santa, boldo, guavira, carqueja, cavalinha, menta, guaco e hortelã. Todas muito apreciadas por quem tem o hábito de tomar tereré. Mas também há espaço para o plantio de condimentos.


Segundo Rogério, O próximo e decisivo passo era garantir recursos para a compra dos equipamentos necessários para o processamento, uma exigência do mercado que não compra as plantas in natura. “Todos querem a planta já desidratada. Até compram em grande quantidade, mas tem que ser processada”, explicou.


Por meio do convênio com o governo do Estado, com o repasse de R$ 100 mil, será possível adquirir as máquinas para lavar, secar, picar e embalar as plantas. “Era o que precisava para dar início ao projeto”, conta a freira Olga Manosso, bastante empolgada com a perspectiva de levar renda para as famílias daquela localidade. O projeto focou nas mulheres, que geralmente estão mais ociosas no assentamento. Em média, cada uma deve cultivar meio hectare e garantir uma renda extra de R$ 800 a R$ 1,2 mil por mês.


A ideia que nasceu de uma reunião com as mulheres do Assentamento Itamarati, na busca por alternativas de renda, agora já tem recursos e todas as condições para virar realidade.


Por: Assessoria de Comunicação da Semagro

Foto: Freepik


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