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IBGE: Apenas 10,1% da população de MS consome quantidade ideal de frutas e verduras


A alimentação adequada e saudável representa importante condição para a manutenção da saúde e bem-estar. Contudo, a maioria da população brasileira ainda não consome a quantidade ideal de hortaliças ou frutas, conforme aponta a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada no dia 18 de novembro.


No Centro-Oeste, 15,5% das pessoas consumiram a quantidade recomendada de frutas e hortaliças no Brasil, em 2019. Em Mato Grosso do Sul, o índice é ainda menor. Segundo o IBGE, somente 10,1% da população faz o consumo regular desses alimentos, ficando atrás do Distrito Federal (23,8%), Goiás (14,7%), Mato Grosso (13,7%).


Na capital sul-mato-grossense, o índice de pessoas que consomem esses alimentos regularmente é de 13,5%. A média de Campo Grande está próxima da estimativa nacional.


A pesquisa indica que, em todo o país, apenas 13% das pessoas incluíram as frutas e hortaliças na alimentação regular em 2019. O maior índice foi registrado no Sudeste, onde 16% das pessoas consumiram as quantidades recomendadas, e o menor no Nordeste, com 9%.


As mulheres (15,4%), em média, consumiam mais estes alimentos que os homens (10,2%). De uma forma geral, o consumo de frutas e hortaliças mostrou aumento com a idade e com o grau de escolaridade.


A PNS 2019 considera como consumo recomendado a ingestão de hortaliças ou frutas (inclusive suco natural) pelo menos 25 vezes por semana, tendo um consumo mínimo de 5 frutas e cinco hortaliças por semana. Os percentuais consideram a população com 18 anos ou mais de idade.


Feijão

Entre os alimentos considerados marcadores de padrões saudáveis de alimentação, estão as frutas e hortaliças, feijão e alimentos não ou minimamente processados protetores para doenças crônicas.


A PNS identificou que 68,3% das pessoas consumiam feijão de forma regular (cinco dias ou mais por semana) no Brasil em 2019. Em Mato Grosso do Sul, esse índice ficou em 70,3%, e em Campo Grande, foi de 65,2%.


Ultraprocessados

Como novidade da PNS 2019, e em consonância com as recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira de 2014, foi investigado o consumo de alimentos ultraprocessados, considerado um fator de risco para a saúde das pessoas.


Para o levantamento, considerou-se o consumo de alimentos como: bebida achocolatada ou iogurte com sabor; salgadinho de pacote ou biscoito/bolacha salgado; biscoito doce ou recheado ou bolo de pacote; salsicha, linguiça, mortadela ou presunto; entre outros.


A região Sul lidera o ranking do consumo desse tipo de alimento, com 19,9% das pessoas de 18 anos ou mais de idade que consumiram cinco ou mais grupos de alimentos ultraprocessados no dia anterior à entrevista do IBGE. Depois estão as regiões Sudeste (16,4%), Centro-Oeste (13,1%), Norte (12%) e Nordeste (8,8%).


Ainda conforme o levantamento, em Mato Grosso do Sul, 13% dos entrevistados confirmaram o consumo de cinco ou mais alimentos ultraprocessados, sendo que em Campo Grande o índice alcançou 14,8%.


No Brasil, a proporção de pessoas que consumiram cinco ou mais grupos de alimentos ultraprocessados foi de 14,3%. As pessoas residentes em áreas rurais registraram percentual menor (7,4%) em relação aos residentes das áreas urbanas (15,4%).


Por: Assessoria de Comunicação do Sinterpa com informações do IBGE

Foto: RitaE/Pixabay

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