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Servidores da Agraer participam de bate papo sobre uso do capim-elefante BRS Capiaçu


Na próxima segunda-feira, dia 7 de dezembro, será realizado uma bate papo on-line sobre o capim-elefante BRS Capiaçu e relatos de parceiros nas ações que estão sendo realizadas, junto aos produtores de MS e também o que mudou na vida dos produtores com o uso do capim. O evento começa às 9h e será transmitido pelo YouTube da Embrapa: https://www.youtube.com/embrapa.


Estarão participando do debate os servidores da Agraer, Arizoly Mendes, gestor de Desenvolvimento Rural e Extensionista de Ivinhema, e Vitor Corrêa de Oliveira, pesquisador da Cepaer de Campo Grande. Também estarão presentes no bate papo: Marciana Retore, da Embrapa Agropecuária Oeste, e Márcio José Mansani, da DuCampo, de Itaquiraí.


O evento é uma realização Embrapa Agropecuária Oeste, e conta com a parceria da Agraer, Prefeitura de Itaquiraí e DuCampo.


Capim Elefante - BRS Capiaçu

A cultivar BRS Capiaçu é um clone de capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum) de alto rendimento para suplementação volumosa na forma de silagem ou picado verde. Devido ao seu elevado potencial de produção (50t/ha/ano), também pode ser utilizada para a produção de biomassa energética. Tem porte alto (até 4,20 metros de altura), se destacando pela produtividade e pelo valor nutritivo da forragem quando comparada com outras cultivares de capim-elefante.


A BRS Capiaçu apresenta maior produção de matéria seca a um menor custo em relação ao milho e a cana-de-açúcar. A silagem deste capim constitui uma alternativa mais barata para suplementação do pasto no período da seca. Sua propagação ocorre por meio de colmos e apresenta gemas com elevado poder de brotação. Caracteriza-se por apresentar touceiras densas e colmos eretos, o que facilita a colheita mecânica; folhas longas, largas e de cor verde.


A cultivar possui boa tolerância ao estresse hídrico, mas é suscetível às cigarrinhas das pastagens. Entretanto, quando a capineira é bem manejada, apresenta boa tolerância ao ataque da praga. Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições.



Com informações da Embrapa

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