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Agricultura Familiar: alimento saudável, produção sustentável


Neste 25 de julho é celebrado o Dia Internacional da Agricultura Familiar. A data foi instituída em 2014 pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).


Em Mato Grosso do Sul, mais de 43,2 mil famílias vivem da agricultura familiar. São pequenos agricultores, pescadores, pecuaristas, extrativistas, indígenas, quilombolas e demais agricultores familiares que promovem uma produção sustentável e uma alimentação saudável para toda a população.


Responsável por 70% dos alimentos que chegam à mesa da população brasileira, a atividade estimula a integração entre produtividade, uso de recursos naturais e geração de renda. Desde o manejo do solo ao controle de pragas, são aplicadas práticas agroecológicas que reduzem o impacto no meio ambiente. Além disso, a diversidade maior de culturas contribui para a qualidade dos alimentos.


Por meio de políticas públicas, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), a agricultura familiar contribui para o consumo de alimentos saudáveis e para o desenvolvimento dos municípios. Entre os mais produtivos do Estado estão Jaraguari, Campo Grande, Terenos e Sidrolândia.


A assistência técnica e extensão rural tem um papel fundamental para a manutenção e expansão da atividade agrícola, pois auxilia os agricultores familiares a terem acesso às novas tecnologias, políticas públicas, pesquisa agropecuária, regularização fundiária e outros serviços ligados ao desenvolvimento rural e ao aprimoramento da agricultura e da pecuária.


Em todo o país, a agricultura familiar representa 77% dos estabelecimentos agrícolas, segundo o último Censo Agropecuário realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas as pequenas propriedades correspondem a apenas 23% do território.


Mesmo assim, conforme o IBGE, o segmento é responsável por mais de 80% da produção de mandioca; por 48% da produção de café; 69% de abacaxi; e 42% de feijão.


Por: Assessoria de Comunicação do Sinterpa com informações do Brasil de Fato

Foto: Neia Maceno/Agraer