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Sidrolândia se torna referência em agroindustrialização da mandioca com apoio da Agraer

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura


A agroindustrialização da mandioca transformou Sidrolândia em referência no Mato Grosso do Sul. Atualmente, o município conta com 14 agroindústrias de mandioca formalizadas com acompanhamento da Agraer.


Dentro dessa engrenagem estão servidores da Agraer, como Maria Clara Meurer, que há mais de duas décadas dedica parte de sua trajetória à agricultura familiar, sendo 11 anos atuando diretamente no fortalecimento da agroindústria.


Ela percorre estradas de terra, visita propriedades, se reúne com agricultores e insiste, com paciência, que regularizar vale a pena. “Sidrolândia hoje é referência na agroindústria. Só de mandioca, são 14 formalizadas com a nossa assistência técnica. E, se somarmos outras culturas, podemos chegar tranquilamente a 35 agroindústrias”, pontua.


A atuação da Agraer parte da realidade de cada produtor. O trabalho começa com a observação das estruturas já existentes na propriedade, passa por adaptações possíveis, pelo desenho de plantas baixas e pela organização do fluxo correto de produção, com a separação de áreas limpas e sujas para evitar contaminações.


Além do acompanhamento técnico local, os produtores contam com o suporte da equipe técnica do Setor de Agroindústria Rural e Políticas Públicas de Compras de Alimentos da Agraer Central. Este setor é responsável pela elaboração de rótulos, selo da agricultura familiar, códigos de barras, capacitações e cadastro no Prove, por meio do trabalho das servidoras Mariana Marques e Denise de Miranda.


Resultados que transformam


Na Agroindústria Santa Lúcia, o casal Dirlei Rodrigues e Rosângela Miranda deixou a informalidade com apoio da Agraer. Com investimento próprio de R$ 25 mil, aplicado gradualmente, eles atendem 15 clientes fixos e produzem uma média de quatro mil quilos de mandioca por mês, gerando uma renda líquida que varia entre R$ 10 mil e R$ 15 mil, já descontados os custos de produção.


“É melhor trabalhar regularizado. A vigilância nunca chegou fechando portas, sempre orientou e devemos isso a Agraer que criou esse diálogo entre a gente”, reforça Rosângela.



Formalização orientada


Esse processo se consolida porque encontra uma Vigilância Sanitária que atua como parceira. Segundo Carseléia Gracioli, técnica da Vigilância Sanitária de Sidrolândia, o trabalho conjunto tem sido fundamental.


“A Agraer ajuda o produtor a compreender o que precisa ser adequado no campo, e nós entramos com o enquadramento das normas, interpretando as RDCs [Resolução da Diretoria Colegiada] que é um tipo de regulamentação técnica da Anvisa de forma aplicada à agroindústria familiar. Assim, as adequações acontecem de forma gradual, com diálogo e acompanhamento, respeitando os limites de cada família”, explica.


“Quando o produtor formaliza, ele ganha autonomia, valoriza o próprio trabalho e fortalece a economia local”, conclui a servidora da Agraer, Maria Clara.


 
 
 

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