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Ceasa/MS recebe hortigranjeiros de 15 Estados e 4 Países

  • 30 de set. de 2025
  • 3 min de leitura

A Ceasa/MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) tem um papel indispensável no fornecimento de frutas, verduras e legumes que chegam até a mesa do consumidor sul-mato-grossense. É a instituição que concentra e dinamiza a distribuição dos hortigranjeiros produzidos nos quatro cantos do país - e até no exterior -, que chegam a Campo Grande após milhares de quilômetros de estrada.


Veja a rota dos 10 produtos mais vendidos na Ceasa/MS:


1º – A banana, produto mais comercializado nos seis primeiros meses do ano na Ceasa/MS, foi enviada para as Centrais de onze estados diferentes: RN, PR, SP, SC, GO, RS, ES, MG, BA e até do Ceará. O Estado do Ceará enviou 4,6 mil toneladas da fruta para a Ceasa/MS. Minas Gerais foi o maior fornecedor de bananas para a Ceasa/MS, com 7 mil toneladas.


2º – Já o tomate, segundo produto mais vendido, com 12,8 mil toneladas, chegou à Ceasa/MS vindo de dez estados: DF, RS, ES, MG, GO, SP, PR, SC e Bahia. A Bahia enviou 617,7 toneladas do fruto, enquanto o Paraná, maior fornecedor de tomates para a Ceasa/MS, enviou 3,3 mil toneladas.


3º – Em terceiro lugar está a batata, com 11 mil toneladas comercializadas, enviadas do PR, SP, MG, RS, SC, GO e do Pará - este último encaminhou 27,5 toneladas. Com 5,8 mil toneladas, o Paraná foi o estado que mais abasteceu a Ceasa/MS com a hortaliça.


4° – Já a cebola rompe a fronteira do país até chegar à Ceasa/MS, em Campo Grande. Nos seis primeiros meses do ano, as Centrais receberam 194,2 toneladas da hortaliça da Argentina. GO, RS, MG, PR, SP e SC também contribuíram com as 7 mil toneladas do quarto produto mais vendido na Ceasa/MS no primeiro semestre.


5º – Em seguida, está a melancia, com 6,2 mil toneladas vendidas. A maior parte da produção é local - 2,1 mil toneladas produzidas em Mato Grosso do Sul -, mas a fruta também chega enviada de GO, SP, RS, BA, PR, MT, SC, MG, SE, TO, PI e até de Pernambuco. Do estado pernambucano, a aproximadamente 3,1 mil km de Campo Grande, chegaram 7 toneladas de melancia.


6º – A laranja, sexto produto mais comercializado na Ceasa/MS no primeiro semestre do ano, também viajou do exterior. As Centrais receberam 49 toneladas da fruta diretamente de Portugal. SC, RS, MG, BA, PR e São Paulo - o maior fornecedor, com 2,7 mil toneladas -, também são responsáveis pelas 5,5 mil toneladas vendidas da fruta neste ano.


7° – O estado paulista também é o maior fornecedor de repolho para a Ceasa/MS, com 2,3 mil toneladas. Mas a verdura, que é o sétimo produto mais comercializado, também chega vinda de GO, RS, PR, MG e do Espírito Santo.


8º – A maçã é a única fruta importada do exterior entre os dez produtos mais comercializados na Ceasa/MS. Argentina, Portugal, Chile e Uruguai enviaram 293,7 toneladas da fruta no período. MG, PR, SP, SC e RS contribuíram para as 3,9 mil toneladas de maçã vendidas na Ceasa/MS entre janeiro e junho de 2025.


9° – A cenoura comercializada na Ceasa/MS foi fornecida por cinco estados: GO, MG, PR, SC e SP - este último foi o maior fornecedor, com 1,6 mil toneladas.


10º – Em décimo lugar no ranking geral de produtos mais comercializados na Ceasa/MS está a mandioca. Mato Grosso do Sul produz a maior parte do tubérculo comercializado na Ceasa/MS (3 mil toneladas), mas os empresários das Centrais também encomendaram mandioca de Minas Gerais - foram 51 toneladas trazidas do estado mineiro no primeiro semestre. SP e Paraná também são estados fornecedores do produto para a Ceasa/MS.



De acordo com o diretor de Abastecimento e Mercado da Ceasa/MS, Fernando Begena, o panorama logístico dos hortifrutigranjeiros mais comercializados nas Centrais pode ser um bom norteador na tomada de decisão de quem produz no estado.


“Esses dados são importantes não apenas por refletirem os hábitos de consumo dos sul-mato-grossenses. Eles mostram, para os governos estaduais, municipais e toda a cadeia produtiva de hortifrutigranjeiros, quais produtos têm espaço para serem explorados comercialmente, desde que isso seja feito seguindo critérios técnicos, com escala de produção e constância no abastecimento”, comenta.


 
 
 

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